Rede de psicólogas negras se articula para mapear e aproximar essas profissionais da população

pisicologas negras

Em artigo no site ‘Nós mulheres da periferia’ (http://nosmulheresdaperiferia.com.br), você poderá conhecer um pouco sobre o trabalho da Rede Dandaras, uma rede de piscicólogas negras criada para mapear e aproximar essas profissionais da população que esteja precisando desse serviço a preços mais acessíveis.

São mais de 500 psicólogas catalogadas, com o interesse de promover a igualdade, com foco na população e na mulher negra.

Acesse o formulário do mapeamento aqui.

Facebook da Rede Dandaras.

Veja a notícia completa aqui: http://nosmulheresdaperiferia.com.br/noticias/por-visibilidade-e-servico-mais-acessivel-rede-cria-mapeamento-de-psicologas-negras/

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MASP apresenta a exposição ‘GUERRILLA GIRLS: GRÁFICA, 1985-2017’

Divulgando esta exposição que ocorrerá no MASP a partir do final de setembro.


A partir do dia 29.9, o MASP apresenta Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017, primeira individual do coletivo de artistas feministas Guerrila Girls no Brasil. O grupo exibe uma retrospectiva com mais de 100 de seus icônicos cartazes, produzidos em cerca de 30 anos de carreira, além de uma performance, que ocorrerá no mesmo dia, à noite. Além disso, um cartaz será recriado exclusivamente para a exposição, com dados que reflitam a quantidade de obras de artistas mulheres expostas em relação aos nus femininos em exibição no acervo permanente do Museu. Por meio de performances e cartazes bem-humorados, que congregam diferentes vertentes de feminismos, as Guerrilla Girls fazem críticas severas ao patriarcalismo, ao sexismo e à desigualdade de gênero e raça que historicamente permeiam o universo da arte, ressaltando não apenas como artistas mulheres e negras são excluídas do cânone da arte, mas também como o corpo feminino tem sido explorado ao longo da história da arte ocidental. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, e Camila Bechelany, curadora-assistente do MASP, Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017acontece no 1º subsolo e integra a temática de Histórias da sexualidade, proposta para o ano de 2017, no MASP. 

Mais informações aqui: https://www.guerrillagirls.com/datebook-archive/2017/9/28/exhibition-guerrilla-girls-museum-of-art-of-so-paulo-brazil

É hoje! Lançamento da Monolito#36, sobre mulheres arquitetas

Ocorre hoje, dia 15/08, o lançamento da Monolito#36, sobre Mulheres Arquitetas. O evento será na Aesop, na Oscar Freire, 540. Participe!

Esta edição também traz um artigo da Profa. Dra. Ana Gabriela Godinho Lima, chamado “Gênero e Processo de Projeto”.

Veja aqui mais informações sobre esta edição e saiba como adquirir a sua.

 

Exibição do documentário ‘Poeira e Batom – 50 mulheres na construção de Brasília’, no Centro Universitário Belas Artes

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Poeira & Batom no planalto central – 50 mulheres na construção de Brasília.

O Auditório do Centro Universitário Belas Artes exibirá as 14h do dia 12/08, sábado, o documentário de Tânia Fontenele. O evento é aberto e após a exibição do filme haverá uma conversa com a diretora.

O filme exibe imagens raras do início de Brasília e relatos das primeiras mulheres que chegaram na cidade entre 1956 e 1960.

Tânia gentilmente compartilhou conosco 2 artigos muito interessantes, nos quais aparecem relatos sobre o seu trabalho. O primeiro artigo foi publicado pelo Correio Braziliense, com o título de ‘As primeiras candangas’ (veja aqui). O segundo artigo, chama-se ‘As desbravadoras’ e foi publicado pelo Metro (veja aqui).  Ambos de 2013, os textos abordam a exposição ‘Memórias femininas da construção de Brasília’, organizada pela economista e que aconteceu naquele ano.

Elas não puseram as mãos no cimento literalmente, mas construíram a capital de muitas outras maneiras. Uma exposição histórica no Museu dos Correios leva os brasilienses a uma viagem no tempo para dentro da vida das pioneiras.

**Para não correr o risco de perder o documentário que será exibido no sábado, veja abaixo o mapa para saber como chegar ao local, que fica próximo ao metrô Vila Mariana:

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Conheça o site da ‘SWA: The Society of women artists’

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Contribuição de Lêda Brandão.

A SWA, The Society of women artists, é um grupo que realiza exposições anuais em Londres do trabalho das mulheres artistas, desde o ano de 1857. Ele foi responsável por introduzir novos nomes no mundo da apreciação das belas artes e também as suas obras para as principais galerias de arte.
Para Soraya French – presidente da SWA – foi estabelecida:

“uma ótima e necessária plataforma para algumas artistas mostrarem o seu trabalho. Num momento de desequilíbrio na representação de gênero no mundo da arte, a sociedade desempenha um papel instrumental para corrigir isso.”

Saiba mais sobre o trabalho da SWA, bem como sobre as exposições anuais e as artistas, por meio deste link: https://www.society-women-artists.org.uk/

FESPSP promove o curso de extensão ‘Feminismos latino-americanos: debates contemporâneos’ em sábados de agosto e setembro

Contribuição de Matheus de Vasconcelos Casimiro.

A FESPSP – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, promove o curso de extensão “Feminismos latino-americanos: debates contemporâneos”. Serão 6 aulas aos sábados, entre os dias 12 de agosto a 23 de setembro, das 09h00 as 13h00.

Docente: Catalina Gonzalez Zambrano.

O termo “feminismos” na América Latina foi desenvolvido como uma aproximação teórica às agendas políticas sobre os temas de gênero. Nos últimos anos, diversos estudos têm apontado para a necessidade de colocar o termo feminismos em plural ao se referir a América Latina. Desta maneira, se dá conta da diversidade de ações coletivas que se posicionam como uma força política para a mudança social.

Desde os anos 80 a mobilização feminista tem apontado mudanças importantes em diferentes países latino-americanos. Mudanças institucionais, com a criação de distintos órgãos institucionais para as mulheres, entre outros avanços.

Contudo, as especificidades dos movimentos na região podem se agrupar em tipos de feminismo, havendo, portanto, uma ampla gama de compromissos e motivações por parte dos atores.

Em consequência, propõe-se um curso que mostre as aproximações intelectuais dos feminismos no continente, assim como suas agendas políticas, e os significados de suas ações.

Acesse o link a seguir para saber mais detalhes e se inscrever: http://www.fespsp.org.br/curso/176/feminismos_latino_americanos_debates_contemporaneos

Campus FESPSP
Endereço:
Rua General Jardim, 522
Vila Buarque – São Paulo – SP
Tel: 11 3123 7800

A mobilidade das mulheres na zona sul de São Paulo

Contribuição de Rodrigo Mindllin Loeb.

Continuando com as discussões sobre a mobilidade das mulheres na cidade que temos apresentado em algumas das últimas postagens, hoje gostaríamos de indicar a leitura do artigo (em espanhol) publicado pelo portal da ‘Revista de Estudos Urbanos e as Ciências Sociais’, chamado La movilidad de las mujeres en la zona sur de São Paulo (Brasil). Identificación de los problemas y soluciones desde su punto de vista, de Lupicinio Íñiguez-Rueda e José Hercilio Pessoa de Oliveira.

Acesse o artigo aqui.

Resumo: Com frequência, as políticas de mobilidade pública, tanto em ambientes urbanos como rurais, não diferenciam as especificidades entre homens e mulheres. Em particular, os sistemas de transporte público não são projetados para atender as necessidades das mulheres, mas sim as demandas dos homens. O objetivo deste estudo foi determinar a adequação do espaço e do transporte público para a mobilidade das mulheres na Região Sul de São Paulo (Brasil). Como método foram realizados quatro grupos de discussão, com pessoas entre 16 a 80 anos de idade. Os resultados mostram que, realmente, a rede de transportes públicos na região não se encaixa no padrão de mobilidade das mulheres. São apresentados problemas relacionados com a mobilidade e as possíveis soluções a partir do ponto de vista das mulheres que vivem na região.

Imagem: https://blogs.iadb.org/moviliblog/2016/05/10/como-mejorar-la-movilidad-de-las-mujeres/

Conversas de Vila – A Belle Époque Paulistana em dois atos | dias 20 e 21/05 no Museu Lasar Segall

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Em programação alternativa à Virada Cultural – Oficiall, o #6 Conversas de Vila aborda a Belle Époque e o que representou para a cidade do ponto de vista da educação e da cultura. A conversa acontecerá no Museu Lasar Segall, apoiador institucional do evento, em parceria com o 1268 Café.

Compreendida entre as décadas 1900 e 1930, a Belle Époque foi um período central na modernização da cidade de São Paulo. Ainda provinciana, foi só em 1910 que equipamentos culturais da cidade, como o Theatro Municipal e o Viaduto do Chá, passaram a figurar na paisagem como marcos essenciais.

Foi também neste período que um ousado projeto educacional, encabeçado durante o governo Washington Luis, por nomes como Ramos de Azevedo (1851-1928) na arquitetura e José de Freitas Valle (1870-1958) no conteúdo programático, visou modernizar a metrópole seguindo o exemplo do que já ocorria há muito nos grandes centros urbanos da Europa – especialmente na França, referência de civilização e desenvolvimento para a elite brasileira da época.

Confira os temas:

> Arquitetura Escolar – Da Bela Época aos nossos dias

20/05 – 11:30 | Galpão do Educativo

Com Ana Gabriela Godinho Lima, Professora e Pesquisadora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie e Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Brasiliana.

A professora Ana Gabriela abordará o tema da Arquitetura Escolar, contextualizando o projeto do arquiteto Ramos de Azevedo com a realidade de uma São Paulo em início de desenvolvimento. É neste período que projetos, como a escola Caetano de Campos, ganham as ruas da capital.

Para entender o processo, a professora nos mostrará outros projetos arquitetônicos voltados à equipamentos educacionais, como os propostos pelo movimento Modernista, até chegar aos nossos dias.

> Villa Kyrial: o salão ‘esquecido’ da Vila Mariana
21/05 – 11:30 | Galpão do Educativo

Com Isadora Calil, jornalista e idealizadora do Conversas de Vila

Situada na Rua Domingos de Morais, a Villa Kyrial foi um importante salão de artistas, personalidades e intelectuais paulistanos centrado na figura do gaúcho Freitas Valle. Por lá circularam nomes como Lasar Segall; Mário de Andrade; Anitta Malfatti, Brecheret e outras figuras de movimentos de vanguarda.

Durante a conversa falaremos mais sobre este polo cultural desaparecido e também sobre a atuação de Freitas Valle na pauta da educação pública como congressista sob a República Velha.

Mais informações aqui.

Toshiko Mori

Contribuição de Laura Paes Barretto Pardo.

O escritório da arquiteta japonesa Toshiko Mori é reconhecido por seus mais de trinta anos de trabalho inovador e influente em um corpo diversificado de projetos que receberam vários prêmios. A abordagem inteligente de Mori para estratégias de localização ecologicamente sensíveis, contexto histórico e uso inovador de materiais reflete uma integração criativa entre projeto e tecnologia.

Seus projetos demonstram sensibilidade aos detalhes e envolvem uma extensa pesquisa sobre as condições do local e o contexto circundante. Seu trabalho combina uma abordagem conceitual e teórica forte com um estudo aprofundado de necessidades programáticas e condições práticas para alcançar um design que seja espacialmente atraente e pragmaticamente responsivo.

Acesse o site da arquiteta aqui e conheça mais sobre seu trabalho.

Imagem: https://mainehomedesign.com/profiles/2468-weaving-past-present/

Roteiro dos museus em Nova Iorque – Viagem Cultural para estudantes de arquitetura

Cartaz Roteiro dos Museus em NY externo

“Roteiro dos Museus em Nova York”: A viagem cultural propõe visitas a museus selecionados da cidade de Nova York incluíndo: MoMA, Guggenheim Museum, The Met Breuer Museum, Noguchi Museum, Dia Foundation, New Museum, 9/11 Memorial & Museum, Galerias Chelsea,  Whitney Museum, CMOM e MAD. Nova York foi escolhida pois concentra um grande número de instituições de referência nessa área, apresentando‐se como um ótimo estudo de caso para alimentar possíveis reflexões e ações sobre os museus brasileiros.

Esta atividade irá abordar tanto os aspectos arquitetônicos como os expográficos nas mostras permanentes e temporárias dos museus.

O INSTITUTO BRASILIANA promove a realização desta atividade, que está integrada ao eixo de Pesquisa “Campo Museal” e ao Projeto de Pesquisa “Museus em Conexão”, liderado pelas Professoras Dra. Patrícia Pereira Martins e Ms. Ana Paula Pontes, da Universidade Presbiteriana Mackenzie;

O Projeto de Pesquisa “Museus em Conexão” investiga o desenvolvimento da arquitetura de museus até o momento contemporâneo, de maneira a instrumentalizar processos de projeto no contexto brasileiro;

Mais informações pelo grupo no facebook ou pelo email: matinsppatricia@gmail.com