Se for menino, azul. Se for menina, rosa. “Um mundo limitado por cores”

 

O portal eletrônico e a revista Carta Fundamental (edição nr. 59, jun/14) publicaram a reportagem abaixo, sobre como os esteriótipos de gênero aparecem constantemente no dia a dia de meninos e meninas, em seus tipos de brinquedos, brincadeiras, cores de roupas, etc…

“Aos 5 anos de idade, a filha da artista sul-coreana JeongMee Yoon vivia literalmente em um mundo cor-de-rosa. A pequena tinha verdadeira obsessão pela tonalidade, a ponto de só se vestir com roupas rosadas e brincar exclusivamente com objetos e brinquedos dessa cor. Logo a artista descobriu que o caso de sua filha não era incomum. Seja na Coreia, seja nos Estados Unidos ou no Brasil, grande parte das meninas brinca e se veste com a cor. “Talvez seja a influência de propagandas dirigidas para meninas e seus pais, como a universalmente popular boneca Barbie e a Hello Kitty”, especula JeongMee em seu site pessoal. “Meninas são subconscientemente treinadas para usar cor-de-rosa para se sentirem femininas.” Em 2005, a experiência pessoal deu origem ao The Pink and Blue Project (Projeto Rosa e Azul), série de fotografias de meninos e meninas rodeados de respectivos brinquedos, roupas e objetos cor-de-rosa e azuis que busca entender como o consumo atrelado ao gênero influencia a vida das crianças.”

Confiram a reportagem completa aqui: http://cartafundamental.com.br/single/show/234/um-mundo-limitado-por-cores

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