IV Seminário Docomomo Sul – Casas Casadas: O emprego dos tijolos e a ideia de moderno nas casas de Joaquim e Liliana Guedes

Autoras: Ana Gabriela Godinho Lima e Andraci Maria Atique
Status: Publicado na íntegra nos anais do evento
Refeferência Bibliográfica: LIMA, Ana Gabriela Godinho ; ATIQUE, A. M. . Casas casadas: o emprego dos tijolos e a ideia de Moderno nas casas de Joaquim e Liliana Guedes. In: IV Seminário Docomomo Sul – Norma e Licença na Arquitetura Moderna do Cone Sul Americano 1930/70, 2013, Porto Alegre, RS. Anais do IV Seminário Docomomo Sul – Norma e Licença na Arquitetura Moderna do Cone Sul Americano 1930/70. Porto Alegre: PROPAR/UFRGS, 2013. v. 1. p. 1-20.
Download do artigo completo em pdf:LIMA_ATIQUE_DOCOMOMO

Resumo: Este trabalho analisa as casas, cujo projeto inclui tijolos aparentes, projetadas por Joaquim e Liliana Guedes (1954-1974). O propósito é trazer à tona elementos do processo de projeto de “criação compartilhada” dos arquitetos e verificar aspectos de articulação entre o discurso moderno sustentado por Guedes e o uso de um material tradicional como o tijolo. O cenário desta discussão inspira-seno tema da criação arquitetônica e artística entre casais. Contemporaneamente, estudos acadêmicos e ensaios literários sobre simbolizações, noções de subjetividade e sociabilidade vêm despertando novos modos de encarar o processo de projeto na arquitetura. Neste texto, sobre esse pano de fundo, a análise estrutura-se em duas partes. Na primeira, ponderamos sobre a visão e interpretação de modernidade de Joaquim Guedes.
Na segunda parte, estabelecemos um tripé de análise 1.) os criadores: Joaquim e Liliana Guedes – tomando como ponto de partida o depoimento de Guedes a Camargo (2000) em que o arquiteto reconhece o papel fundamental desempenhado por Liliana não só em sua formação, mas também em seu trabalho. 2.) o programa: a casa. Estudo das estratégias projetuais e construtivas das casas: Dalton Toledo (SP, 1962), Francisco Landi (SP, 1965), J. Breyton (SP, 1965). 3.) o material: o tijolo. Inspira-se no texto de chamada para o IV Docomomo Sul, ao buscar recordar a importância técnica, formal e simbólica do tijolo, nestas obras dos Guedes.
Como síntese, o artigo retoma e sintetiza os aspectos desenvolvidos na primeira e segunda parte, chamando a atenção do leitor de volta ao cenário, que permanecera como pano de fundo, das criacões arquitetônicas compartilhadas entre casais. Termina então por sugerir novas leituras sobre o modo de projetar moderno, em que o papel do sujeito, da cultura, das técnica e materiais construtivos são revisitados sob perspectivas contemporâneas.
Palavras-chave: Joaquim e Liliana Guedes, Tijolos, Modernidade

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